quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Decoração de um apartamento com 80 m2

Conheça esse apartamento de 80 m2, situado em Curitiba (Paraná) de um jovem executivo de hábitos bem contemporâneos – mora sozinho, trabalha em casa quando necessário e recebe muitos amigos – e de interesses muito variados: gosta de literatura, política, música, cinema, jogos eletrônicos, culinária, café. Flexibilidade de usos e  integração visual e espacial dos ambientes. Projeto do arquiteto Leandro Garcia



















 www.archdaily.com.br

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A escada da coluna

Essa escada é uma criação do designer Philip Watts, que usou vidro, madeira e metal (Escadaria da coluna), peça  criada para uma casa em Northamptonshire, onde as marcas de bordo curvas são suportadas por uma peça de alumínio que se assemelha a um medula espinhal espessa, que parece derreter no chão da madeira.
O guarda corpo em alumínio fundido é curvo, intercalado com painéis de vidro curvos. 


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

domingo, 18 de fevereiro de 2018

“Poema de uma quarta feira de cinzas”, de Manuel Bandeira (do livro Carnaval, 1919):

“Entre a turba grosseira e fútil
Um pierrot doloroso passa.
Veste-o uma túnica inconsútil
feita de sonho e de desgraça…
o seu delírio manso agrupa
atrás dele os maus e os basbaques.
Este o indigita, este outro apupa…
indiferente a tais ataques,
Nublada a vista em pranto inútil,
Dolorosamente ele passa.
veste-o uma túnica inconsútil,
Feita de sonho e de desgraça…”




sábado, 17 de fevereiro de 2018

ARQUITETANDO COM THELMA: ESTANTES!

Sempre achei que as estantes são peças que valem o investimento, além de armazenarem livros, objetos e o que mais você quiser, elas enriquecem a decoração do ambiente. Por isso mesmo Sandra Regina, posto abaixo algumas fotos para você se deliciar, do jeito que me pediste no e-mail, em madeira e com charme que vai além do trivial.













sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Releitura tropical de Le Corbusier




Vista a partir da composição paisagística assinada por Renata Tilli, a fachada revela a volumetria de inspiração modernista da casa, brindada por uma piscina que a separa do jardim e da praia.
A 17 km, rumo ao sul, no município do Ipojuca, na costa de Pernambuco, fica Toquinho, praia de areia fina, água cristalina, protegida pela ilha de Santo Aleixo, cujos arrecifes bloqueiam o ímpeto das ondas atlânticas. No final da praia de Toquinho fica a foz das águas preguiçosas do rio Sirinhaém. Dá para alternar banhos de mar com água doce nesse encontro.
O living traz mesa de centro criada por Arthur Casas,  e poltronas verdes do estúdio Branco & Preto, – ao fundo, no jantar.
O projeto da casa é do arquiteto Arthur Casas. “A residência possui uma volumetria simples, com uma base abrigando as áreas de convívio e o primeiro andar, os quartos. Para ampliar a presença constante do mar, a base foi elevada em 1,20 m. Utilizamos madeira, com o intuito de sublinhar a atmosfera praiana de casualidade e de despojamento”, explica, sobre a construção de 920 m² em terreno de 6.200 m², dos quais 2.400 m² têm paisagismo assinado por Renata Tilli.  Pais previdentes que são, o casal de proprietários deseja que seus filhos construam suas casas ali também, para o lazer da futura grande família.


A entrada da casa se dá pelo lado oposto à praia, onde descortina-se uma mesa assinada pelo Studio Arthur Casas com um par de abajures.

Localizada no segundo pavimento, a área intima é composta de quatro suítes, todas privilegiadas com a vista para o mar, protegidas pelo sanfonado das portas-janelas camarão de cumaru, madeira 100% brasileira. O térreo, por sua vez, integra a ala comum com um social fluido, sem divisões, que reúne sala de jantar, living e home theater sob um respeitável balanço de 18,5 m de estrutura protendida. Esse living possui duas grandes aberturas paralelas, com portas-janelas de vidro temperado de fora a fora, que o mestre Le Corbusier (1887-1965) denominou nos anos 1920 como a janela panorâmica. Uma vem a ser a entrada da casa e a outra leva aos “fundos”, isto é, ao varandão e ao deck que dão para a piscina e a praia. 
Outra vista do living, voltada para a entrada, evidencia um par de sofás, poltronas vintage e tapete sintético.
Aqui, neste cenário, prosperam representantes da flora do costão brasileiro, com seus bonitos nomes tupi-guarani: o guajeru, ou guajuru, um arbusto com frutos arroxeados que parecem azeitonas; o guaimbê, ou banana-de-macaco, uma trepadeira capaz de chegar a 5 mde altura, com suas folhas grandes e recortadas; o sapoti, uma árvore de copa farta e fruto saboroso que faz gostosas geleias, compotas e sucos; e a pitangueira, com seus frutinhos em tons que vão do amarelo ao vermelho, quase vítreos, como se fossem delicados brincos de Murano nativo, com a cara do Brasil.
Na área da piscina, o piso de cumaru do deck  e as almofadas da jacuzzi, dão o tom.

A área íntima, no primeiro andar, reserva um pequeno terraço com piso em Pedras.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018